sábado, 11 de junho de 2011

No pós-Copa, só Soccer City dá lucro

Do Jornal do Commercio

Um ano após a Copa do Mundo, a África do Sul paga uma fatura anual de, ao menos, 7,5 milhões (cerca de R$ 17,2 mi) com a manutenção dos estádios do Mundial. Os gastos para manter as arenas oneram principalmente os governos de cidades pequenas, como Polokkwane e Mpulanga. O estádio mais caro da África do Sul atualmente é o da Cidade do Cabo, com um orçamento de 4,6 milhões (R$ 10,5 mi).

Apenas o Soccer City, que abrigou a final entre Espanha e Holanda, ainda é economicamente rentável em um país em que o rúgbi e o críquete são esportes mais populares que o futebol. Atualmente, a arena abriga shows, celebrações religiosas e visitas turísticas, além de competições esportivas. "A projeção internacional da África do Sul e o impacto econômico de 350 mil turistas compensam o investimento nos estádios", disse Gilliam Saunders, diretora da consultoria Grant Thornton, que assessora o governo sul-americano.

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